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A dedicação nos faz melhores a cada dia

Por: - 3 meses

O engenheiro mecânico Lucas Saraiva Castaño graduou-se pela Facens em 2012. Mas parece que sua vocação já estava no sangue. Filho e neto de engenheiros, ele alega que nunca sofreu pressão da família para seguir na mesma carreira. No entanto, a escolha profissional lhe pareceu algo natural, por seu interesse desde cedo pela área. “Sempre soube que também iria para a engenharia”, ele conta.

 E ficou feliz por ter feito sua formação na Facens. “A faculdade tem um curso muito completo, com professores de alto gabarito. Sem falar nos recursos de infraestrutura, que são de causar inveja a muitas instituições”, descreve. Por tudo isso, Lucas avalia que a Facens, mais do que preparar bons profissionais, forma também grandes pessoas.

Se ele pudesse voltar no tempo faria alguma coisa diferente na sua graduação? “Absolutamente nada diferente!”, afirma.

Veja a seguir como foi a entrevista com o engenheiro e ex-aluno, que vive atualmente nos Estados Unidos.

A partir da sua formação, como se deu sua trajetória profissional e qual cargo ocupa agora?

Quando já estava no terceiro ano do curso, consegui um estágio na ZF, empresa na qual sempre sonhei trabalhar, na área de Qualidade. Fui me desenvolvendo e crescendo nesta área por aproximadamente oito anos. Em maio de 2018 deixei o departamento e assumi uma vaga de Launch Manager dentro de Gerenciamento de Projetos, no qual atuo até o presente momento, com o lançamento de novos modelos de transmissão automática para um cliente específico.

É o que esperava ou teve surpresas nessa trajetória?

Almejava algo similar, mas não esperava que conseguiria atuar aí ao ser transferido para os Estados Unidos, em 2015, para trabalhar em uma nova planta da ZF, em Gray Court, na Carolina do Sul. É onde continuo trabalhando, já desvinculado da ZF do Brasil, por três anos e meio.

O que você diria que é mais desafiador no seu dia a dia profissional?

Trabalho com muita motivação e entusiasmo seja onde for, portanto, eu atribuiria como mais desafiador em minha rotina ultimamente o fato de viver em outro país, precisar habituar-me a uma cultura muito diferente da nossa, com diferenças no modo de pensar e agir, e em muitos outros aspectos, que até me fizeram escrever a tese do meu MBA sobre análise da cultura como obstáculo e oportunidade.

Muitos desejariam ter uma experiência semelhante à sua, com oportunidade de trabalho fora do país.  Qual você diria que é a melhor forma de se preparar para isso?

Primeiro tem que querer, depois tem que buscar. Mas sim, tem de estar preparado: hoje em dia o inglês tem de ser visto como básico e eu até diria o mesmo do espanhol, pelo fato de ser a terceira língua mais falada no mundo, é o idioma oficial em 21 países, e boa parte deles é de vizinhos do Brasil. Vivenciar as diferenças culturais então é o mais valioso, entretanto, entendê-las de antemão é de grande importância e posso recomendar alguns autores, como E. G. Geert Hofstede e Erin Meyer, que tratam sobre os perfis de nacionalidades do mundo todo.

Se pudesse dar um recado ou sugestão para os estudantes da sua área, o que diria para eles?

Parafraseando o filósofi Mário Sergio Cortella: "A sorte segue a coragem". Iniciativa. Ética. Fazer o que é certo, fazer o bem. E nesse meio tempo... Preparar-se. Nunca parar de estudar e se atualizar.

Tem algum projeto atual no qual esteja envolvido e que gostaria de falar a respeito?

Fora da ZF, infelizmente não. Esse último ano foi um ano de muitas mudanças. Casei-me, logo minha esposa veio morar comigo. Compramos uma casa. E não pude então me comprometer com mais nada além da minha família e meu trabalho.

Tem algum projeto ou meta de médio a longo prazo que você se propôs neste momento?

Claro, mas sem ser específico: ser hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje.

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